Abraham Palatinik
Aldemir Martins
Alfredo Volpi
Amilcar de Castro
Angelo de Aquino
Anna Bella Geiger
Anna Letycia Quadros
Anna Maria Maiolino
Antonio Dias
Antonio Henrique Amaral
Antonio Lizárraga
Antonio Maia
Antonio Maluf
Antonio Peticov
Antonio Poteiro
Arcangelo Ianelli
Arnaldo Battaglini
Arthur Luiz Piza
Beatriz Milhazes
Caciporé Torres
Camila Sposati
Carlos Vergara
Carybé
Cícero Dias
Cildo Meireles
Claudio Tozzi
Daniel Senise
Dionisio Del Santo
Eduardo Sued
Emanoel Araujo
Esther Grinspum
Fayga Ostrower
Fernando Ferreira de Araujo
Ferreira Gullar
Flavio de Carvalho
Flavio Shiró
Francisco Rebolo
Frans Krajcberg
Fulvio Pennacchi
Geraldo de Barros
Gilvan Samico
Gonçalo Ivo
Gustavo Rosa
Guto Lacaz
Hércules Barsotti
Iberê Camargo
Iran do Espírito Santo
Ivald Granato
José Tarantino
Judith Lauand
Julio Le Parc
Julio Plaza
Kleber Ventura - Abstrato
Kleber Ventura - Figurativo
Leda Catunda
Leon Ferrari
Liliana Alves
Luiz Hermano
Luiz Sacilotto
Lygia Eluf
Lygia Pape
Macaparana
Manabu Mabe
Manfredo Souza Neto
Manoel Novello
Marcelo Grassmann
Marcos Coelho Benjamin
Maria Bonomi
Mavignier
Max Bill
Milton Dacosta
Nelson Leirner
Oscar Niemeyer
Paulo Pasta
Paulo Whitaker
Pitágoras
Ramón Cáceres
Regina Silveira
Roberto Burle Marx
Roberto Magalhães
Roma Drumond
Rubem Ludolf
Rubem Pondé
Rubem Valentim
Rubens Gerchman
Sérvulo Esmeraldo
Siron Franco
Sonia Ebling
Tomie Ohtake
Toyota
Tuneu
Victor Vasarely
Wakabayashi
Waltercio Caldas
Willys de Castro

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rubem Valentim

Rubem Valentim nasceu em Salvador (BA) no ano de 1922 e faleceu em São Paulo em 1991.
Autodidata, começou a pintar em meados da década de 1940 quando, ao lado de outros então jovens artistas, contribuiu para o movimento de renovação do panorama cultural baiano.
Formado em Odontologia, exerceu por alguns anos a profissão, da qual foi-se afastando gradativamente por volta de 1948 para se consagrar cada vez mais à pintura. Nesse mesmo ano ingressou no Curso de Jornalismo da Universidade da Bahia, que concluiu em 1953.Em 1949 participou pela primeira vez de uma coletiva - o Salão Baiano de Belas Artes, no qual seria premiado em 1955 -, e em 1954 fez a sua primeira individual, na Galeria Oxumaré de Salvador.
Artista dotado de grande originalidade, já então praticava uma pintura não-figurativa de base geométrica, num tempo e numa cidade em que o abstracionismo não era bem aceito.Transferindo-se em 1957 para o Rio de Janeiro, Valentim passou a participar ativamente da vida artística dessa cidade e da de São Paulo, expondo em inúmeras coletivas, salões e certames, como a Bienal de São Paulo, o Salão Paulista de Arte Moderna (medalha de ouro em 1962). No Salão Nacional de Arte Moderna ganhou o prêmio de viagem ao estrangeiro em 1962. Com esse prêmio embarcou em 1963 para a Europa, fixando-se em Roma após visitar vários países. Na capital italiana permaneceria três anos, realizando em 1965 uma individual na Casa do Brasil, além de participar de algumas coletivas.
Em setembro de 1966, após tomar parte no Festival Mundial de Artes Negras de Dacar (Senegal), retornou ao Brasil e se fixou em Brasília, atendendo a convite para dirigir o Ateliê Livre do Instituto Central de Artes da Universidade de Brasília, função que desempenharia até 1968. No mesmo ano do regresso participou com sala especial da I Bienal Nacional de Artes Plásticas, em Salvador.
Sua pintura transformou-se, assim, em totem, altar, estandarte, escultura pintada, objeto emblemático eivado de uma grave e recôndita religiosidade. Dessacralizador de fetiches e de objetos rituais, aos quais imprime os contornos de uma semântica peculiar, Rubem Valentim tem sido considerado por alguns estudiosos, entre eles José Guilherme Merquior, o pioneiro de uma arte semiótica brasileira.



Obras:  
 Símbolos II
 Símbolos III
 Símbolos IV
 Símbolos V
 Símbolos VI
 Símbolos VII
 Símbolos VIII
 Símbolos IX
 



Alameda Gabriel Monteiro da Silva, 306 - São Paulo - SP - CEP 01442-000
Tel: (11) 3898-0190 / 3081-8223
Siga-nos:
Papel Assinado no Facebook Papel Assinado no Instagram